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António Costa deixa folga no Orçamento para poder negociar com a esquerda

O primeiro Orçamento após a ‘geringonça’ é um documento do PS com matizes que vão até ao PSD/Madeira, mas Costa quer o PCP e o BE no barco: com abstenção ou voto a favor, não se sabe
O primeiro Orçamento após a ‘geringonça’ é um documento do PS com matizes que vão até ao PSD/Madeira, mas Costa quer o PCP e o BE no barco: com abstenção ou voto a favor, não se sabe
Mário Cruz/Lusa

Reta final. Conselho de Ministros fecha hoje OE-2020. Costa hesita em nova subida das pensões. Esquerda ainda sem medidas fechadas. Governo guardou folga orçamental para negociar com BE e PCP na especialidade

Sem tempo para fechar todos os dossiês, com um Conselho Europeu pelo meio, António Costa e Mário Centeno reuniram-se num hotel em Bruxelas para não deixar tudo para o fim. O fim é este sábado, num Conselho de Ministros extra para onde foram deixadas todas as propostas fiscais e — apurou o Expresso — também a questão política mais sensível: dar ou não mais um “sinal” à esquerda, para facilitar a viabilização do Orçamento do Estado na generalidade.

Em concreto, uma das dúvidas que está em cima da mesa é esta: seguir com a proposta que está no programa do PS, aumentando o valor mínimo do Complemento Solidário para Idosos, ou fazer um novo aumento extraordinário das pensões, tal como pedido pelo PCP (e também pelos bloquistas).

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