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O abraço da “geringonça à espanhola”

O líder do PSOE, Pedro Sánchez, e Pablo Iglesias, do Podemos, dão um aperto de mão que firma um acordo histórico para a formação de Governo
O líder do PSOE, Pedro Sánchez, e Pablo Iglesias, do Podemos, dão um aperto de mão que firma um acordo histórico para a formação de Governo
Sergio Perez/REUTERS

Esta é a história de um Governo que poderia ter acontecido em janeiro de 2016. Nessa altura, Sánchez rejeitou a proposta de Iglésias, e o rei indigitou Mariano Rajoy para o cargo de Presidente de um governo que não aconteceu. A partir daí a Espanha rodopiou numa zarzuela de alianças, indigitações e eleições. Até esta terça-feira, em que Pedro Sánchez e Pablo Iglésias prometeram entender-se

Foi preciso o VOX, partido de extrema-direita, conquistar 52 deputados nas Cortes para o PSOE e o Podemos assinarem um acordo para formar um governo de esquerda em Espanha.

O compromisso assinado por Sánchez e Iglésias reitera o papel dos “valores democráticos com guia para a ação do [futuro] governo”: O líder do PSOE, Pedro Sánchez, será o futuro Presidente do executivo e Pablo Iglésias o vice-presidente.

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