O sucessor de Joseph Blatter na presidência da FIFA admite que o futebol mundial talvez precise de sanções mais pesadas para quem viola as regras. Na passada quinta-feira foi entrevistado em Zurique por dois jornalistas que integram a rede European Investigative Collaborations (EIC), a que o Expresso se associou para o projeto “Football Leaks”.
Infantino considera que “ainda se pode fazer batota com os fundos no futebol”, diz que “não há total transparência nas transferências de jogadores”, mas ressalva que “se alguém não paga impostos ou conduz o seu carro demasiado rápido ou causa um acidente por estar bêbedo ou o que quer que seja, isso não é responsabilidade da FIFA”.
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